felicidade

“Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos”

(Moska)

A sensação do eterno retorno tem-se feito tão presente, sinto um vai-e-vem constante, tal qual o balanço do parque. A fuga, a mordida, a risada, a piada…
Mas tem uma diferença! Tem um olhar de girassol, um olhar amarelo mesmo, olhar de sol, quente que derrete esse frio nascente de inverno.
E nada romântico ou poético! Acontece sempre igual, a ânsia, a música alta, porque as dores e risos são do mesmo filme. É que… agora tenho a sensação de ver esse filme… e chega a ser engraçado.
Ver-se, rir-se, desfazer-se, ter-se, ser-se…

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