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A fotografia não existiu, mas existiu o vento no rosto, o cabelo voando, o mar beijando a roda, o caminho riscado na areia e desfeito pela onda.

Pedalar correndo, devagar, não pedalar, tirar as mãos, andar com uma mão só, afundar na areia fofa, brincar de fugir da água, cansar as pernas, suar, machucar porque esquece de ser criança.

Lembra! E aposta corrida, olha o céu, o mar, a montanha, o sol e a chuva. Descansa a bicicleta enquanto se mergulha nas ondas e lava o sangue, o suor e o sorriso marítimo.

O dia começando e o dia terminando, a brisa piegas do clima de praia bonita afagou cada sorriso desenhado no horizonte.

Pela noite a areia poderia ser qualquer coisa e a lua espiava de leve,  a espuma traçava o limite do espaço entre o pedalar e o sonhar.

O cheiro do sal adoçou o instante.

p.s. é muito gostoso andar de bicicleta na beira do mar…

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