nuclio_npod_1066666579_8477071.jpg

Estrela, estrela

Estrela, estrela
Como ser assim?
Tão só, tão só
E nunca sofrer.

Brilhar, brilhar
Quase sem querer
Deixar, deixar
Ser o que se vê.

No corpo nu da constelação
Estás, estás sobre uma das mãos

E vais e vens como um lampião
Ao vento frio de um lugar qualquer.

É bom saber que es parte de mim
Assim como es parte das manhas.
Melhor, melhor é poder gozar
Da paz, da paz que trazes aqui.

Eu canto, eu canto
Por poder te ver
No céu, no céu
Como um balão
Eu canto e sei que também me vês
Aqui, aqui com essa canção.

(Vitor Ramil)

Dia desses, em um céu que não era de sampa a noite acobertava nossos cabelos de estrelas. A fogueira tão pequena, as lanternas mudamente esperavam alcançar um brilho tão só. O escuro era seguro. A estrela sendo eu a vagar no mato.

(música mandada por um amigo do sul)

Anúncios